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Foi lançada a campanha Não à Medicalização da Vida durante audiência pública na Câmara

No dia 11 de julho de 2012, às 14 horas, durante audiência pública na Câmara dos Deputados, a campanha “Não à Medicalização da Vida”.

A campanha foi iniciada com o debate sobre o tema da medicalização da educação nas escolas, que se tornou um problema de saúde pública e coletiva, no Brasil e no mundo, dada a incidência de crianças, adolescentes e jovens sendo excessivamente medicalizadas para aumentar o rendimento escolar e para se adequar aos padrões de adaptação produtiva e de docilidade exigidos pela sociedade atual.

A campanha será ampliada para outras temáticas. “A medicalização é questão de debate público interdisciplinar no campo dos Direitos Humanos e da Educação. A medicalização é um fenômeno amplo em suas implicações sobre a organização da sociedade, suas instituições e sobre a formação dos sujeitos, exercendo força sobre a organização cotidiana do ambiente escolar, familiar e laboral; sobre a regulação do comportamento social e a formação de identidades e, em sentido mais amplo, sobre o potencial de manifestação de grupos e de reconhecimento político de direitos”, afirma a conselheira do CFP Marilene Proença. Participaram da audiência, a conselheira do CFP, Marilene Proença, a professora do Departamento de Pediatria da Unicamp, Maria Aparecida Moisés, a representante da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (Abrapee), Sílvia Maria Cintra da Silva, representantes do Ministério da Educação (MEC), do Ministério da Saúde (MS) e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Conheça mais sobre o tema:

Episódio 4 da série drogas e cidadania em debate, que trata do tema Medicalização e Sociedade