Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade Diversos – Fórum Sobre Medicalização da Educação e da Sociedade

Category Archives: Diversos

Sem mais almoços grátis

Os pacientes se beneficiarão com o desemaranhamento de médicos e a indústria farmacêutica Kamran Abbasi, editor adjunto BMJ Richard Smith, editor BMJ Canetas grátis e almoços de pizza. Patrocinou conferências e comprometeu a educação médica. Golfe de cortesia e férias inacessíveis. Líderes de pensamento e escritores fantasmas. Essas são as armadilhas de médicos e empresas farmacêuticas que se enredam em um abraço de avareza e excesso, um abraço que distorce as informações médicas e o atendimento ao paciente. Um artigo nesta edição temática do BMJ…

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Nota da Sociedade Brasileira de Bioética e das entidades abaixo citadas em repúdio à falta de ética em prescrições médicas, à realização de pesquisa sem aprovação ética, às situações de quebra de sigilo de dados de pacientes, e à manipulação de dados em atestados de óbito

Nota da Sociedade Brasileira de Bioética e das entidades abaixo citadas em repúdio à falta de ética em prescrições médicas, à realização de pesquisa sem aprovação ética, às situações de quebra de sigilo de dados de pacientes, e à manipulação de dados em atestados de óbito A Sociedade Brasileira de Bioética e as entidades abaixo citaddas REPUDIAM VEEMENTEMENTE atos praticados sem observância à ciência e à ética em prescrições médicas, a realização de pesquisa sem aprovação ética e com dispensa de medicamentos sem conhecimento dos…

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Lançado o livro Contribuições para a promoção do Uso Racional de Medicamentos

Elaborado com a participação de membros do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade a obra Contribuições para a promoção do Uso Racional de Medicamentos é resultado das discussões que ocorreram no VII Congresso do Uso Racional de Medicamentos, em 2019.A obra tem um capítulo específico sobre a “Medicalização da sociedade e práticas desmedicalizantes” e está disponível gratuitamente no site do Ministério da Saúde e em nosso repositório digital abaixo.

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Fórum sobre Medicalização apoia curso em comemoração aos 100 anos de Paulo Freire

Em 2021, Paulo Freire completaria 100 anos de idade. É tempo de relembrar sua história, seu pensamento e suas propostas político-pedagógicas, cuja força ainda mobiliza milhares de educadores – e incomoda os poderosos. Por isso o Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade apoia a Universidade Emancipa e a Universidade Federal do ABC (UFABC) na organização do curso de extensão “100 anos de Paulo Freire: esperançar em tempos de barbárie”.  O curso é GRATUITO, como deve ser a universidade pública. O curso é ONLINE, para defendermos…

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Mães-Pesquisadoras: “não somos objeto, somos protagonistas”

Neste vídeo, temos a história de Eliene de Freitas Passos, mãe de Gabriel e Pedro de Freitas Passos, esposa de Fernando, psicóloga do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (CREAS) em Manaus-AM.
Neste vídeo, temos a história de Mariana Rosa: mãe da Alice, jornalista, mulher com deficiência, educadora e militante, integrante do Coletivo Helen Keller.
Neste vídeo, temos a história de Yuna Vitória: mãe de Dionísio, cantora, compositora, amante da poesia, pesquisadora em gênero, graduanda em direito, mulher trans e ativista.
Neste vídeo, temos a história de Thiffany Odara: mãe de Tauã, Yalorixá, negra, travestis preta, transfeminista, pedagoga, mestranda em educação, escritora, educadora social e redutora de danos.
Neste vídeo, temos a história de Chenia d’Anunciação, mãe solo de Zaya e de Benjamim, feminista, antirracista, enfermeira, defensora do parto humanizado, doula e fundadora do Coletivo Doulas Pretas.
Neste vídeo, temos a história de Carolina Câmara de Oliveira: psicóloga, mãe da Alice, mulher com paralisia cerebral que precisa constantemente provar à sociedade sua capacidade de ser mãe.

APONTAMENTOS SOBRE A LEI 13.935/2019

Ao longo de 2020, o Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade passou a debater a Lei 13.935/2019, que dispõe sobre a prestação de serviços de psicologia e de serviço social nas redes públicas de educação básica. Portanto, após diversos debates e diálogos coletivos, divulgamos e enviamos anexo o documento APONTAMENTOS SOBRE A LEI 12.935/2019  a todos os signatários do Fórum, para que possamos prosseguir nesse debate que, entendemos, é da maior urgência. Seguimos no compromisso coletivo de luta pela desmedicalização da vida. Atenciosamente,  FÓRUM SOBRE MEDICALIZAÇÃO DA…

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manifestação em tempo de pandemia

“Vida sem utopia
não entendo que exista”
(um comunista, Caetano Veloso)

No ano em que iremos fazer uma década de existência, a Covid-19 tirou muitas de nós do nosso espaço de luta, do chão da escola, da ponta dos serviços. 

Uma realidade distópica, sempre presente, foi intensificada com sucesso pandêmico, expondo, ainda mais as vulnerabilidades dos grupos historicamente explorados. A medicalização ficou e vem se agravando em diferentes sentidos na captura dos modos de existência nesses tempos difíceis de sobreposição de crises no país: social, sanitária, política e econômica.

Em tempos de colapso da imunidade do sistema capitalista, a responsabilidade de manter-se a salvo é jogada, mais uma vez, nas costas dos indivíduos empobrecidos, vulnerabilizados por essa estrutura desigual, que sozinhos, devem se proteger da contaminação e contaminados devem se auto-curar se quiserem viver. 

Sem negar a importância da responsabilidade individual, a perversa medicalização opera na tentativa de, mais uma vez, invisibilizar os descasos históricos com o SUS ( Sistema Único de Saúde), com a desigual distribuição de riquezas planejada pelo capital. 

Para alguns, a pandemia foi recebida como algo novo e com muita dor, para outros, atualização de violências e desigualdades “de sempre”, de mais de 520 anos, o que ao mesmo tempo dá visibilidade ao horror naturalizado. Morreu, e daí? São mulheres e homens, periféricas, pretas, pobres, diabéticas, velhas e doentes. 

A ausência de políticas públicas sólidas que assegurem o direito ao isolamento físico de toda a população é só mais uma das muitas omissões deste Estado necropolítico, que uníssono aos gritos dos patrões sanguessugas, convoca trabalhadoras e trabalhadores a arriscarem suas vidas e as vidas de suas famílias para a manutenção da máquina de lucro. Nos tiraram o direito ao isolamento.

Não podemos nos esquecer que a história do processo da medicalização da educação mostra como a  Ciência não é neutra e deve ser posta em discussão. Para nós ela só será pertinente quando incluir o conhecimento produzido em sala de aula e pelas pesquisadoras da educação, que reiteradamente lembram em suas pesquisas que escola transcende quadro e giz ou internet e tablet

A “Ciência” baseada “em evidências”, gráficos e números, quando não discutida amplamente só promovem a precarização do trabalho e não o cuidado das relações.

O capitalismo é cínico, e o nosso atual sistema de educação é capitalista. Por isso que nos jogam migalhas de direito e baldes de ameaças. As aulas voltam no novo normal. O novo normal é sem dignidade e inclusão. Fique em casa, faça lives, esteja bem e muito produtivo. 

Não podemos compactuar com sistemas de ensino que simplesmente fecham os olhos para a formação em nome do cumprimento da carga horária. Não podemos pactuar com aula remota na educação infantil, o direito à infância é fundamental. 

Há uma acessibilidade conivente, um discurso do “venha quando eu achar necessário”. Ou só venha com seu corpo ‘capaz’.

Queremos inclusão de verdade! 

Queremos escolas e universidade abertas para construir com a comunidade, população e trabalhadores, poder aprender com grupos de jovens e comunidades que há educação e processo de formação nos grupos de whatsapp 

Em que estrutura social queremos viver coletivamente depois da pandemia? Como construir um novo “normal” que não tenha espaço para que alguém fique pelo caminho por falta de recursos objetivos para continuar?
A nossa primeira pessoa é no plural!

O Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade é muita gente, muitos movimentos e muitos desejos. A nossa primeira pessoa é no plural, contra as amarras dos assujeitamentos universalizantes presentes na medicalização decorrente da pandemia, reiteramos: ingovernáveis, desobedientes, destemidos. Nossa aposta reiterada, e vivenciada nessa escrita, é de que só a luta efetivamente mudará nossas vidas! Coragem, amor, coragem!

USO DE MEDICAMENTOS E MEDICALIZAÇÃO DA VIDA: recomendações e estratégias

O Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade compõe o Comitê Nacional de Promoção de Uso Racional dos Medicamentos (CNPURM) desde 2017. Nesse ano, acaba de ser lançado a publicação “USO DE MEDICAMENTOS E MEDICALIZAÇÃO DA VIDA: recomendações e estratégias”. A obra é fruto de um intenso trabalho inter e multiprofissional que põe em discussão o uso de medicamentos e a medicalização da vida. Acesse e compartilhe!  

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Conselho se posiciona contra a presença de adolescentes nas comunidades terapêuticas

Medida prevista em resolução que regulamenta as comunidades se baseou nas diversas violações de direitos constatadas O Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente, CONANDA, deliberou na sua assembleia de maio de 2016, um posicionamento contrário à autorização para que crianças e adolescentes nas comunidades terapêuticas. Esse posicionamento foi solicitado ao CONANDA pelo Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas, CONAD, na época em que as comunidades terapêuticas foram regulamentadas no ano passado. Segundo a conselheira do CONANDA Carolina Freire “O cuidado com a…

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MEDICALIZAÇÃO INDISCRIMINADA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES – MERCOSUL/RAADH/GT-NIÑOSUR/ATA N° 02/12

  Acordo sobre MEDICALIZAÇÃO INDISCRIMINADA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES aprovada na REUNIÃO DA COMISSÃO PERMANENTE PARA A COORDENAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES RELATIVAS À INICIATIVA NIÑOSUR PARA A PROMOÇÃO E PROTEÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES em 04 de Setembro de 2012.

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MEC envia recomendações do MS para adoção de práticas não medicalizantes

  Em 17 de fevereiro de 2016 a SECADI (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão), por meio do Ofício Circular nº 01/2016, encaminhou aos sistemas de ensino as Recomendações do Ministério da Saúde para adoção de práticas não medicalizantes e para a adoção de protocolos estaduais e municipais de dispensação do metilfenidato na perspectiva de prevenir e combater a excessiva medicalização de crianças e adolescentes. Esta iniciativa se justifica face à preocupante constatação de que o Brasil é o segundo mercado consumidor mundial…

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Uso de remédios psicotrópicos para mediar conflitos entre adultos e crianças e as consequências relacionadas ao abuso de prescrição de ritalina

Rubens Bias Pinto, da Coordenação da Saúde da Criança e do Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, fala sobre as “Recomendações do Ministério da Saúde para a adoção de práticas não medicalizantes e para a publicação de protocolos municipais e estaduais de dispensação de metilfenidato para prevenir a excessiva medicalização de crianças e adolescentes”.Confira o vídeo e saiba mais sobre medicalização e práticas não medicalizantes no site do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade! www.medicalizacao.org.br

Uso de remédios psicotrópicos para mediar conflitos entre adultos e crianças e as consequências relacionadas ao abuso de prescrição de ritalinaRubens Bias Pinto, da Coordenação da Saúde da Criança e do Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, fala sobre as “Recomendações do Ministério da Saúde para a adoção de práticas não medicalizantes e para a publicação de protocolos municipais e estaduais de dispensação de metilfenidato para prevenir a excessiva medicalização de crianças e adolescentes”.Confira o vídeo e saiba mais sobre medicalização e práticas não medicalizantes no site do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade! www.medicalizacao.org.br

Posted by Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade on Monday, October 26, 2015

Jornada Mundial da Infância da ONU: Ministra Lorenzin dá inicio a uma comissão sobre psicofármacos para menores na Itália

Depois da recentíssima polêmica sobre os antidepressivos que estimulam ideias suicidas em crianças e adolescentes, da reação política do Parlamento Europeu que pede a retirada destes fármacos do comércio, e em ocasião da importante comemoração das Nações Unidas a Ministra da Saúde senhora Beatriz Lorenzin iniciou uma mesa técnica sobre esta delicada temática. Poma, diretor do “Giù le mani dai Bambini” diz: “Um passo muito importante, agora é necessário trabalharmos para proteger a saúde dos menores”. Os antidepressivos para crianças e adolescentes são perigosos, estimulam…

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RAP feito pelos jovens do projeto Fica Vivo

RAP feito pelos jovens do projeto Fica Vivo, de Montes Claros, e cantado no 1o Seminário Norte-Mineiro Medicalização da Educação e Sociedade, acompanhado de grafitagem! ♡

RAP feito pelos jovens do projeto Fica Vivo, de Montes Claros, e cantado no 1o Seminário Norte-Mineiro Medicalização da Educação e Sociedade, acompanhado de grafitagem! ♡

Posted by Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade on Saturday, November 7, 2015