A vigilância punitiva: a postura dos educadores no processo de patologização e medicalização da infância Fabiola Colombani Luengo

Fabiola Colombani Luengo, Elizabeth Piemonte Constantino Revista de Psicologia da Unesp, 8(2), 2009. 122 A vigilância punitiva: a postura dos educadores no processo de patologização e medicalização da infância Fabiola Colombani Luengo1 Elizabeth Piemonte Constantino2 Faculdade de Ciências e Letras da UNESP-Assis A relação entre indisciplina e o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) tem sido muito discutida, atualmente, e se apresenta, corriqueiramente, no âmbito escolar. Porém, ainda gera muitas controvérsias, pois há os profissionais que concordam com sua existência e os que discordam, alegando insuficiência de comprovações…

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Não às drogas da obediência

Não às drogas da obediência Maria Ap. Affonso Moysés Campanha: ação chama atenção para o excesso de diagnósticos de hiperatividade e busca combater o uso indiscriminado de medicamentos em crianças com dificuldades de aprendizagem Karina Fusco – Especial para a Metrópole especial.metropole@rac.com.br O Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade e o Conselho Federal de Psicologia lançaram, em meados de julho, a campanha Não à Medicalização da Vida, na Câmara dos Deputados, em Brasília. Os objetivos são reacender a discussão sobre o excesso de diagnósticos de hiperatividade em crianças…

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O que é ciência, afinal?

Esse texto propõe ser um anexo à Carta de Esclarecimento à Sociedade sobre o TDAH, seu diagnóstico e tratamento escrita pela Associação Brasileira de Psiquiatria e pela Associação Brasileira de Déficit de Atenção. Como ocorre em muitos textos acadêmicos e científicos, o anexo explica muito do não-dito no corpo do texto principal e desenvolve pontos que ficaram de fora por uma questão de restrição de tamanho ou por não serem devidamente tratados ou discutidos. É nesse segundo ponto que esse anexo se encaixa ao desenvolver…

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Boletim 3 – A ENTREVISTA DE MARIA APARECIDA MOYSÉS À JORNALISTA RACHEL COSTA DA “ISTO É”

  LEIA, NA ÍNTEGRA, AS PERGUNTAS DA JORNALISTA E AS RESPOSTAS DA DRA MARIA APARECIDA MOYSÉS E APRENDA COMO TENTAR DESQUALIFICAR E REDUZIR CONTROVÉRSIAS CIENTÍFICAS A PÓ.   Em primeiro lugar, não posso deixar de estranhar a expressão “cravar” que você usa em suas perguntas para se referir ao processo de diagnosticar uma doença. Um diagnóstico não é cravado, gravado, como um estigma a ferro e fogo. ———————————————————————————————————————————————————— ———————————————————————————————————————————————————— ———————————————————————————————————————————————————— ———————————————————————————————————————————————————— ———————————————————————————————————————————————————— ———————————————————————————————————————————————————— ———————————————————————————————————————————————————— ————————————————————————————————————————————————————

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Carta sobre Medicalização da Vida

Entre os dias 02 e 04 de junho de 2011, reuniram-se em Buenos Aires representantes do Forumadd – grupo interdisciplinar contra a patologização e medicalização da infância ─, da Argentina, e do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade, do Brasil e construíram, em conjunto, este documento, marco inicial da articulação entre profissionais dos campos da educação e da saúde destes países, comprometidos com a defesa da vida, da ética, da ciência. Assumindo concepções histórico-culturais, entendem que pessoas, saberes, valores e conhecimentos são produtos…

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